quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Premiação em redação no 21º CIAD - Congresso realizado em Bento Gonçalves/RS




  Hoje, recebi em minha casa, esse troféu, livros e materiais de um congresso internacional da ABED (Associação Brasileira de Educação a Distância) do qual participei com uma redação. Os três primeiros colocados receberam a premiação. Fiquei em 3º lugar.

 Pode não ser muito. Mas para mim, foi uma ótima sensação saber que fui avaliada por profissionais que não me conhecem e que escolheram meu texto entre outros.
 Participei enviando, on-line, a redação sobre o seguinte tema: "Se eu fosse Ministro da Educação faria o seguinte a propósito da EAD".

 Pena foi não ter comparecido "in loco" para receber essa deferência na abertura do congresso, como convidaram via e-mail. Trata-se de um mega evento com trabalhos científicos, debates, exposições de projetos, grupos de interesse, cursos e palestras. Muito legal mesmo!!

Para ficar registrado, foi publicado no site:

http://www.abed.org.br/site/pt/midiateca/noticias_ead/1345/2015/10/resultado_da_competicao_de_ideias_


Para o texto:

http://www.abed.org.br/congresso2015/Se_eu_fosse_Ministro_da_Educacao_faria_o_seguinte_a_proposito_da_EaD_3_Colocado.pdf







A tragédia nas redes sociais

Estar em um mundo tecnologicamente conectado, com tantas variações sociais, culturais e econômicas, garante passagens (ida e volta) do céu para o inferno ininterruptamente.

O que até ontem causava - tristeza, compaixão, indignação e solidariedade - como no caso das tragédias, hoje há uma disputa nas redes sociais, para saber qual é a mais contundente. As opiniões se dividem, independentes dos pesares alheios.

Vemos isso, nos acontecimentos mais recentes em Mariana/MG e Paris/FR. São situações diferentes. Talvez nem tanto, se quisermos olhar apenas politicamente e vermos as deficiências e as conduções malfeitas pelos governantes, mídias, etc.

Mas...aonde anda nossa humanidade? Aquela coisa fácil de entender... um beliscão dói em fulano, sicrano e beltrano! Eles também têm fome, frio, tristeza...sede. Veem a beleza. Sentem amor e dele necessitam. 

Então, não seria o caso, focarmos no que nos une enquanto seres humanos - necessidades e fragilidades - deixando as diferenças individuais, que não pertencem a mais ninguém além de si , pois são vidas construídas em contextos vários, e considerar que as mesmas são as que dão o colorido, o bônus e o ônus das diversas sociedades, mas que a essência é a mesma? O sangue é vermelho. Suor e lágrima têm a mesma composição.

O respeito deve prevalecer. É uma construção. Movimento difícil porque nos tira do nosso centro, das nossas certezas (frágeis!!) para olhar o outro.
Engraçado. O mundo é esférico, a tecnologia quebrou as barreiras territoriais, o conhecimento flui, tudo tão redondinho... e nós temos usado a internet nas redes sociais, como faca: aguda e cortante.